quarta-feira, 16 de outubro de 2013
Poder Judicial / Poder Executivo
Alteração de poder em portugal, descobri que o Tribunal Constitucional é quem tem o poder executivo. A ele compete decidir se uma Lei do Legislativo deve ou não ser posta em prática.
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
Análise e comparação aos resultados das eleições autárquicas de 2009 e 2013 em São João de Lourosa
Mesmo sendo suspeita, aqui fica a minha
análise às eleições à Assembleia de Junta de Freguesia em São João de Lourosa.
2009
|
2013
|
Diferença
|
|
PSD
|
1097
|
810
|
-287
|
PS
|
702
|
777
|
75
|
CDS
|
144
|
161
|
17
|
CDU
|
70
|
100
|
30
|
BE
|
47
|
0
|
-47
|
Nulos
|
37
|
65
|
28
|
Brancos
|
48
|
98
|
50
|
Totais
|
2145
|
2011
|
-134
|
Quadro
comparativo das eleições em São João de Lourosa
entre 2009 e 2013
Ao analisarmos o quadro, verifica-se
que o PSD perdeu 287 votos, o PS aumentou 75 votos, o CDS aumentou 17, a CDU
aumentou 30, o BE não concorreu em 2013, os votos nulos aumentaram 28 e os
brancos aumentaram 50, verifica-se também que votaram menos 134 pessoas.
Os 30 votos a mais da CDU terão
sido retirados ao BE, partido que nestas eleições não apresentou lista
candidata, sobrando ainda 17 votos que possivelmente terão ido para o PS, visto
todos serem de esquerda.
Agora vamos ao PSD. O PSD perde
287 votos, 134 deles são de quem não votou nestas eleições comparando com 2009 e que, possivelmente, estará
descontente com a conjuntura atual do país, aos quais se deve juntar o aumento
de 78 votos nulos e em branco, mais o aumento do CDS em 17 votos. Com estes cálculos
restam 58 votos (287-134-78-17=58) que terão transitado do PSD para o PS.
O PS aumenta 75 votos
provenientes, possivelmente, 17 do BE e 58 do PSD, isto não levando em linha de conta o crescimento dos eleitores da freguesia, se este factor for levado em conta, poderá não ter retirado nenhum voto ao PSD.
Mesmo com a campanha feita pelo
PS, com outdoors espalhados por todo o lado, porcos no espeto para a população,
lanches no final das sessões de esclarecimento e mentiras, o PS apenas aumentou 75 votos em relação a 2009.
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
Poluição visual.
Em época de eleições os excessos,
infelizmente, fazem parte do dia-a-dia. Excesso nas palavras, nos actos e na
propaganda, principalmente.
A nível de propaganda exterior,
com cartazes e outdoors, a poluição visual é de tal maneira elevada que se
chega a cúmulo de tapar edifícios históricos, de se danificar zonas verdes, de
se sujar vias públicas, enfim, é um sem número de excessos.
Há candidatos autárquicos que,
por terem passado a vida enclausurados no seu próprio mundo, vivendo um autismo
por si induzido, vêm, em época de eleições, e porque são candidatos, poluir
visualmente a paisagem. Não sei se, com tanto outdoor, ficarão conhecidos pelo
valor como homens, se é que o têm, ou se pela falta de respeito pelo meio ambiente.
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
Propaganda mal colocada.
Sempre que há eleições
verifica-se um sem número de cartazes e outdoors por todo o lado. Não sei se
haverá alguma Lei que regule a colocação deste tipo de propaganda política, se
não há deveria haver, isto porque alguma desta propaganda é colocada em locais
que prejudica a visibilidade dos condutores.
Deveria ser proibida a colocação
de propaganda, fosse ele de que origem fosse, junto a rotundas. Viseu, sendo
uma cidade onde predominam as rotundas, estas são o local privilegiado para a propaganda.
Se forem outdoors colocados em altura, nem existe muito incómodo, o problema é
quando os cartazes são colocados no chão, mesmo junto às rotundas. É comum, em
Viseu, encontrar um cartaz à nossa esquerda quando nos aproximamos de uma
rotunda, impossibilitando a visibilidade dos condutores quando entram nessa
rotunda. Uma vezes os partidos, outras os sindicatos, o que é certo é que estes
cartazes estão lá.
Em Viseu, gostaria de ver o município
regulamentar esta situação, impedindo a colocação de propaganda no chão junto
às rotundas.
sábado, 22 de junho de 2013
Um modelo esgotado
Uma coisa é certa, e disto não
tenho dúvidas, Portugal, dificilmente voltará ser o que era. Por mais que nos
custe, temos de nos adaptar à nova realidade. Todos os que adiarem essa
adaptação, resistindo a ela, estão a ser ultrapassados por aqueles que já se
adaptaram e que com isso estão a construir o seu futuro numa base mais real,
ainda que injusta. Não sou contra as manifestações, mas por vezes sinto que, da
forma que são feitas, não passam de um sedativo para muita gente. Defender os
nos interesses e direitos é um dever ou até mesmo uma obrigação. Não se pode é
confundir direito com regalia. De que vale defender uma regalia se já não
existe base para a sustentar?
A vida é feita de ciclos, neste
momento, estamos a terminar um e a iniciar outro, sempre foi assim. Se olharmos
para o passado, não muito distante, iremos encontrar classes sociais que
perderam as suas regalias “adquiridas” porque um ciclo terminou. Por exemplo, as
pessoas ligadas à monarquia, após 1910, ou aceitaram a republica ou ficaram
para trás. Muitos dos que aceitaram o novo regime conseguindo adaptar-se e fizeram
sucesso. Outro caso, os empregados do Estado na época do Estado Novo, no caso da
PIDE, após 1974, ou se adaptaram e aceitaram o novo regime ou ficaram para
trás. Muitos dos ex-membros da PIDE formaram carreiras de sucesso num regime
que não era o que defendiam anteriormente.
Atualmente, não é de regime que
se fala mas de sustentabilidade de um modelo que se esgotou, foram aproximadamente
vinte anos dourados. Para se manter o modelo, ou criamos riqueza que permita a sua
sustentabilidade, ou continuamos a pedir dinheiro emprestado. Já vimos que a
nossa credibilidade como devedores não é a melhor. Hoje só nos emprestam
dinheiro se aceitarmos que os nossos credores nos vigiem e ditem as regras para
a plicar esse dinheiro.
Não quero que as pessoas se acomodem
às imposições “troikanas”, mas que se adaptem, inovando e empreendendo, o quanto
antes para que, no futuro, não tenhamos que ter terceiros a ditar-nos as regras.
quarta-feira, 19 de junho de 2013
Portagens
Ora vejamos quanto uma empresa de
Viseu, que necessita de passar nas nossas Scuts, para entregar os produtos aos seus clientes, pagou no ano de 2012. Encontra-se
na contabilidade dessa empresa, na conta 62512-Portagens, o valor de 26.300,00€,
isto só referente a 2012.
Como poderemos ser competitivos
com mais de 2.000,00€ de portagens por mês?
O IRC elevado (25%), a derrama no máximo (1,5%),
portagens caríssimas, o IVA nem se fala, e não me venham com essas de as
empresas são apenas intermediárias do IVA. Só diz isso quem não sabe o que é
comprar um activo que custe centenas de milhares de euros, onde 23% do valor é
IVA.
Não há tesouraria que aguente.
sexta-feira, 14 de junho de 2013
Instabilidade do tempo
Estou preocupado. A instabilidade
do tempo, este ano, já fez das suas na agricultura, prevendo-se que o verão seja assim também. Não bastava as árvores de fruto não terem quase nada, para agora corrermos o risco de as vinhas também serem afectadas. A crise
também chegou às condições meteorológicas.
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