sábado, 10 de novembro de 2012

"Em Portugal não temos miséria"

“Em Portugal não temos miséria.” Isabel Jonet – presidente do Banco Alimentar Contra a Fome
Está tudo ao contrário minha senhora, os pobres engordam e os ricos emagrecem. Podre, quando tem dinheiro, come fast-food, carnes vermelhas e bebe bebidas gaseificadas, no final vai para o café da esquina jogar cartas com os amigos. Rico, come caviar, lagosta, bebe vinho Château Margaux, para depois ir ao ginásio perder as calorias. Pelo aspeto físico, diríamos que pobre é rico e rico é pobre. Não há muitos anos, pelo aspeto físico se classificava o status social. Os pobres eram magros, os ricos tinham melhor aspeto.
Um dia, ironicamente, António Lobo Antunes escreveu, “ser pobre, mais do que um destino, é uma espécie de vocação, como ter jeito para jogar bridge ou para tocar piano”.
Já não se encontra ninguém com vocação para ser pobre. Tempos modernos estes que vivemos.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

É só cortes.


António José Seguro está contra o corte no financiamento às universidades, contra os cortes na saúde, contra os cortes na Segurança Social, … António José Seguro está contra tudo o que seja cortar na despesa. (É tão fácil ser oposição em tempos de crise!) Quem deveria ter ganho as últimas legislativas era o PS, nesta altura não tínhamos cortes em nada, já tínhamos um aeroporto novo, um TGV, uma nova travessia do Tejo, sem cortar nada a ninguém. Essa é que é essa!

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Eu tinha que publicar esta notícia

País precisa de coligação PSD-CDS-PS
O patrão do grupo Jerónimo Martins apela ao Presidente da República para a formação de um novo Governo de coligação, com PSD, CDS e PS. Alexandre Soares dos Santos criticou, em entrevista à SIC Notícias, as fissuras na actual coligação e chama a atenção para as obrigações de Cavaco Silva. O Presidente, defende, deve “chamar os três partidos” imediatamente e dizer-lhes: “vamos acabar com a conversa, vamos fazer um Governo de coligação e vamos traçar um programa, todos de acordo e vamos todos jurar que vamos cumpri-lo”. “Não é esta história de dizer ‘eu já não gosto, vou-me embora, não estou de acordo, não sabia’. Como é que não sabem? Claro que sabem, o que é, é que se aproximam as eleições. Vamos esquecer as eleições. Vamos fazer isto e todos assumir o compromisso de defendermos uma única ideia”, argumenta Soares dos Santos. O homem mais rico de Portugal questiona a forma como estão a ser anunciados despedimentos na Função Pública e afirma que “não se corta despesa de um dia para o outro”. Soares dos Santos diz que um corte da despesa por esta via deve ser enquadrado por um plano a vários anos. O empresário também alerta que o despedimento de milhares de contratados a prazo na Função Pública pode colocar em causa o funcionamento dos serviços. “Isto são programas a três, quatro e cinco anos. Não se corta despesa de um dia para o outro”, reforçou. Os partidos políticos “continuam a pensar da mesma maneira de há 15 anos, 20 e 25 anos” e “não percebem que estão a perder a credibilidade”.
“Não percebem que o povo português, hoje, tem um grau de educação muito superior que há 30 anos e percebe exactamente as coisas. Começa a correr-se o risco de os partidos deixarem de ser credíveis”, declarou.
Noticia retirada do “Pagina 1” grupo R/com

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Downloads e Consultas da minha tese

Aos poucos o meu trabalho final de mestrado vai somando consultas e downloads por varios países. Ao ser divulgado, um dos meus objectivos é atingido. Obrigado a todos.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Cumplicidade de António José Seguro

«não somos nem seremos cúmplices das opções políticas erradas do atual primeiro-ministro” António José Seguro

Mais um a fazer dos portugueses burros! Então não quer ser cúmplice das opções políticas erradas do atual primeiro-ministro? Que bonito! … Sim senhor, quem assim fala sabe andar de eléctrico, … ai sabe sabe!
Então não foi o senhor um dos principais cúmplices do anterior primeiro-ministro? Nessa altura nunca o ouvi falar em cumplicidade! – Vou-lhe recordar algumas cumplicidades suas:

·         Não foi o senhor cúmplice da promessa de 150.000 empregos caso ganhassem as eleições? (mentirosos)

·         Não foi o senhor cúmplice das, desastrosas, Parcerias Publico Privadas? (roubalheira)


·         Não foi o senhor cúmplice da incompetência de um primeiro-ministro que nunca reconheceu um erro seu? (egocêntricos)

·         Não foi o senhor cúmplice de um governo que perseguia os jornalistas que criticassem o governo? (ditadores)

·         Não foi o senhor cúmplice de um governo que teve quatro anos de maioria absoluta e nada fez de útil? (inúteis)

·        

·         “Porreiro pá!” (palhaços)


Não faça os portugueses de burros. Ou sofre de amnésia, ou é um bom actor!

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

O caso Freeport

“O Ministério Público não vai recorrer do acórdão que absolveu os arguidos Charles Smith e Manuel Pedro do crime de tentativa de extorsão no julgamento do caso Freeport.” http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=59003
 Se alguém está a pensar cometer um crime de extorsão, evasão, fuga fiscal ou algo que se lhe assemelhe, aconselho que pergunte aos senhores Charles Smith, Manuel Pedro e ao “Zé fugitivo” como fazer. No entanto, para os iniciados na arte, fica a dica de que podem usar o telemóvel à vontade, nada daquilo que digam ao telefone é prova.  Já agora se meterem pelo meio umas transferências offshore ainda melhor.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Para pensar!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Escrevia assim, a 2 de Março de 2011, um dos actuais membros do Governo Português.
"... a austeridade devia ser feita do lado das despesas e não através do aumento de impostos. Ou seja, a austeridade devia ser feita cortando na gordura do Estado, nos consumos intermédios, nas despesas dos milhares de entidades e organismos públicos que constituem a nossa Administração Pública, e nos apoios que o Estado concede a determinados grupos económicos e a toda a espécie de grupos de interesse. Isto é, a austeridade devia ser feita contra o despesismo do Estado e não contra os funcionários públicos ou contra os contribuintes portugueses.” (Blog Desmitos)